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Quem manda no topo, quem espreita o cinturão e onde mora a maior intriga na divisão mais movimentada do momento.
O peso-galo (bantamweight) vive um daqueles momentos em que o cinturão pesa mais do que nunca. No topo está o campeão Petr Yan (20-5-0), da Rússia — um cartel de vinte vitórias que explica por que a fila atrás dele é tão barulhenta. E que fila.
Logo abaixo, no posto de #1, aparece Merab Dvalishvili, o desafiante mais evidente pela simples lógica do ranking. É o nome que a divisão inteira olha primeiro quando o assunto é próximo confronto pelo topo.
Na sequência, o #2 Sean O’Malley (20-3-0), dos EUA, carrega vinte vitórias e apenas três derrotas — um dos cartéis mais limpos da lista e um retorno óbvio às conversas de título. Colado nele, o #3 Umar Nurmagomedov (20-1-0), também da Rússia, exibe o dado que mais chama atenção em toda a divisão: 20 vitórias e uma única derrota. É o tipo de linha que faz qualquer fã parar e reler.
Aqui a divisão mostra sua profundidade. O #4 Cory Sandhagen (18-7-0) e o #5 Song Yadong (23-9-1), da China, são donos de cartéis longos e cheios de estrada — o chinês soma 23 vitórias, um volume de lutas que fala por si. O #6 Aiemann Zahabi (14-3-0), do Canadá, e o #7 Mario Bautista (18-3-0), dos EUA, completam esse pelotão com registros sólidos e poucas derrotas.
O #8 David Martinez aparece logo à frente de um nome que o Brasil conhece bem: o #9 Deiveson Figueiredo (25-7-1). São 25 vitórias no cartel do brasileiro — o número mais alto de triunfos entre todos os ranqueados desta lista. Ex-dono de cinturão em outra divisão, ele desce ao galo carregando essa bagagem, e isso o torna um dos personagens mais interessantes de acompanhar.
Para o torcedor brasileiro, o mapa tem três alfinetes. Além de Figueiredo em #9, o #12 Vinicius Oliveira (24-4-0) impressiona: 24 vitórias contra apenas 4 derrotas, um dos melhores aproveitamentos de toda a divisão, ainda que na parte de baixo do ranking. E o #14 Raoni Barcelos (22-5-0) reforça a presença verde-amarela com 22 triunfos no currículo.
Entre os norte-americanos que espreitam, o #10 Marlon Vera, o #11 Payton Talbott e o #13 Raul Rosas Jr. seguem no páreo, e o #15 Marcus McGhee (11-2-0) fecha a lista como o nome mais recente a furar o ranking — cartel enxuto, de quem ainda está construindo a história.
Se você quer saber onde ficar de olho, aqui vão os fios soltos mais quentes:
O peso-galo é hoje um tabuleiro em que o topo está cheio e a base morde os calcanhares. Se essa disputa de ranking te fisgou, é hora de escolher seu favorito, cravar quem sobe e montar sua setka para os próximos cards da divisão. O galo não vai esperar — e a intriga só cresce a cada rodada.