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A brasileira Bia Mesquita chega ao peso-galo feminino com cartel perfeito, ranque #13 e uma sequência de cinco vitórias — este é o retrato dela no papel.
Apresentamos Bia Mesquita, apelidada de “The Lady Goat”, brasileira que compete no peso-galo feminino (Women’s Bantamweight). O cartão é curto de ler e difícil de contestar: 8 vitórias, nenhuma derrota, nenhum empate. Oito entradas, oito mãos levantadas. Para uma atleta que já figura no ranque #13 do peso-galo feminino, esse zero na coluna das derrotas é o tipo de detalhe que faz a torcida discutir até onde ela pode chegar.
A pergunta que move qualquer fã é simples: quem ganha, quem é melhor? Com a Bia, o debate começa por um dado que não deixa margem — ela nunca perdeu.
Um cartel de 8-0-0 diz duas coisas ao mesmo tempo. Primeira: consistência. Não há tropeço registrado, não há noite ruim anotada. Segunda: ela já cruzou a linha que separa a promessa da confirmação, porque estar entre as 15 primeiras do ranque (#13) significa que o nome dela aparece quando se fala das melhores galos do mundo.
Aos 35 anos, a Bia carrega esse invicto como quem entende o próprio tempo. Não é uma estreante testando o terreno; é uma competidora madura, com o cartel limpo servindo de carta de apresentação sempre que o nome dela entra numa setinha de palpites.
Sem inventar nada além do que os números mostram, dá para desenhar o perfil físico da Bia:
O detalhe que salta aos olhos é a envergadura de 67.5" para uma estatura de 5’ 4". Em números, o alcance dela supera bastante o que a altura sugeriria — uma vantagem de distância que, no papel, costuma render espaço para trabalhar à frente e administrar a troca. Somando a base Orthodox, temos o retrato de uma lutadora convencional na postura, mas com braços longos para o próprio tamanho. É o tipo de perfil que a torcida adora medir contra a próxima adversária: quem controla a distância, quem entra por baixo desse alcance?
A sequência atual é toda de mão levantada — cinco vitórias seguidas:
Cinco em cinco. Não há altos e baixos para relativizar, não há reviravolta para explicar. A Bia vem embalada, e cada nova vitória empurra o debate um degrau acima: se ela já está no #13 invicta e vencendo, quanto falta para subir mais no ranque?
Se você monta sua setinha e gosta de apostar suas fichas de palpite em nomes que ainda não escorregaram, a Bia Mesquita é exatamente esse tipo de aposta de torcida:
O próximo compromisso ainda não está definido — não há adversária nem data anotadas para citar aqui. Mas é justamente por isso que vale seguir a “Lady Goat” desde já: quando o nome da próxima rival aparecer, você quer estar pronto para cravar seu palpite antes de todo mundo.
Fica o convite: acompanhe a trajetória de Bia Mesquita, guarde o nome dela e, assim que o próximo duelo for anunciado, monte sua setinha e adivinhe quem sai com a mão levantada. Invicta, ranqueada e embalada — ela é o tipo de brasileira que rende bom debate entre amigos. Quem para o cartel dela? Diga o seu palpite.