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Cartel de 19-6-0, ranking #12 e uma fase de vitórias colocam o brasileiro no radar de quem gosta de montar sua setka.
Gregory Rodrigues, o “Robocop”, é um peso-médio (Middleweight) do Brasil que carrega um cartel de 19-6-0. Aos 34 anos, ele aparece como #12 do ranking dos médios, um lugar que não se conquista por acaso: são dezenove vitórias contra seis derrotas, um saldo que fala por si na hora de a galera discutir quem é quem na divisão.
O número do ranking importa porque situa o brasileiro exatamente onde a briga por posição fica mais quente: perto o bastante do topo para sonhar alto, disputado o bastante para cada duelo valer degraus. É o tipo de nome que divide a mesa quando os amigos começam o velho holywar de “quem leva a melhor”.
Olhando só a ficha física, dá para desenhar o que “Robocop” oferece dentro da divisão:
A combinação de altura com envergadura de 75" desenha, no papel, um médio que ocupa espaço e impõe presença física. É a matéria-prima que dá o que falar quando o assunto é como ele se posiciona contra os outros nomes do ranking — sempre lembrando que aqui a conversa é sobre o que os dados mostram, não sobre chute.
É na sequência mais recente que “Robocop” ganha ainda mais atenção. Veja como vem a caminhada:
De cinco resultados listados, são quatro vitórias — incluindo triunfos sobre Brunno Ferreira e Roman Kopylov — e um único tropeço, diante de Jared Cannonier. Uma sequência assim explica muito bem por que o brasileiro está cravado no #12: quando a maioria dos resultados recentes é positiva, o nome sobe na conversa e vira presença obrigatória em qualquer discussão sobre a divisão dos médios.
Para acompanhar Gregory Rodrigues daqui pra frente, três pontos merecem o holofote:
O próximo compromisso de “Robocop” ainda não aparece nos dados, então o combinado é simples: deixe o brasileiro marcado no seu radar. Assim que o duelo for definido, esse é um nome perfeito para colocar na sua setka e cravar seu palpite de vencedor junto com a galera.
Enquanto isso, o retrato já está claro: 19-6-0, #12 dos médios, físico de 6’ 3" por 75" de envergadura e uma fase de quatro vitórias nos cinco últimos resultados. Motivos de sobra para seguir de perto o peso-médio brasileiro — e para o próximo palpite não passar em branco.