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Um guia rápido de quem manda no topo dos médios, quem está de olho no cinturão e onde mora a intriga da divisão.
A divisão dos médios (Middleweight) vive um momento de topo lotado. O cinturão está com Sean Strickland (31-7-0), dos Estados Unidos, um campeão com estrada longa e cartel de veterano: 31 vitórias falam por si. Mas a fila atrás dele é das mais perigosas do esporte.
Na cola do campeão vem Khamzat Chimaev (15-1-0), dos Emirados Árabes Unidos, o #1. Repare no cartel: uma única derrota em dezesseis lutas. É o tipo de linha de currículo que coloca alguém a um passo do título. Logo atrás, o #2 Dricus Du Plessis (23-3-0), da África do Sul, também traz números de peso — 23 vitórias e só três tropeços. Entre #1 e #2, está boa parte da intriga do topo: dois nomes com cartéis de elite empurrando o campeão.
O miolo do ranking mistura veteranos consagrados e caras em ascensão:
O pedaço mais nostálgico do ranking está logo abaixo. #9 Israel Adesanya (24-6-0), da Nigéria, ex-dono da divisão, aparece com 24 vitórias no cartel. Ao lado dele, #10 Robert Whittaker (27-9-0), da Austrália, outro que já reinou por aqui e segue com 27 vitórias. Ver dois ex-campeões na parte de baixo do top-10 diz muito sobre o quanto a divisão renovou por cima.
A parte final da lista tem gente experiente e sangue novo lado a lado:
Se você quer se situar rápido: o eixo Strickland x Chimaev x Du Plessis é onde se decide o presente do cinturão. O bloco brasileiro — Allen (#4), Borralho (#5) e Rodrigues (#12) — dá três motivos para o torcedor daqui acompanhar de perto. E os ex-campeões Adesanya (#9) e Whittaker (#10) carregam a pergunta que move qualquer holivar: dá pra voltar ao topo?
Minha sugestão é escolher seu lado: quem segura o cinturão, quem fura a fila e qual veterano ressurge. Fica de olho nos cards da divisão e monta a sua setha de prognósticos — os médios estão entregando as discussões mais quentes do momento.