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Um guia direto do ranking peso por peso feminino: quem manda no topo, quem vem subindo e onde mora a maior disputa.
O ranking peso por peso feminino abre com Valentina Shevchenko (26-4-1), do Quirguistão, na posição #1. É um cartel de elite: 26 vitórias construídas ao longo da carreira, com apenas quatro derrotas e um empate. Esse tipo de folha de dados explica por que ela ocupa o degrau mais alto de toda a lista.
Logo atrás vem Kayla Harrison em #2, seguida por Zhang Weili (26-4-0) da China em #3. Zhang chega com os mesmos 26 triunfos de Shevchenko, mas sem empates no currículo, o que dá ao topo do ranking um contraste interessante: duas lutadoras com volume parecido de vitórias, uma logo abaixo da outra.
O Top 5 se fecha com Natalia Silva em #4 e Manon Fiorot (13-2-0) da França em #5. Fiorot destaca-se por um cartel enxuto e eficiente: 13 vitórias contra apenas duas derrotas, uma das folhas mais limpas entre as primeiras colocadas.
A parte central do ranking mistura experiência e nomes em ascensão. Mackenzie Dern (16-5-0), do Brasil, aparece em #6, à frente da mexicana Alexa Grasso (17-5-1) em #7 e da americana Erin Blanchfield (14-2-0) em #8. Blanchfield chama atenção pelo mesmo motivo que Fiorot: só duas derrotas no cartel, sinal de uma trajetória sólida entre as melhores.
Julianna Pena ocupa a #9, logo acima de um dos nomes mais comentados desta lista.
O Brasil marca presença forte por aqui. Além de Dern em #6, temos Virna Jandiroba (23-4-0) em #11, dona de um cartel robusto com 23 vitórias. Três brasileiras figuram no ranking, o que dá um motivo extra para o torcedor daqui acompanhar cada card de perto.
Se existe uma folha de dados que grita intriga, é a de Tatiana Suarez (13-1-0), dos EUA, em #10. Uma única derrota em 14 lutas registradas é o cartel mais limpo de toda a lista — proporcionalmente, ninguém perdeu menos. É o tipo de número que coloca uma lutadora na conversa de quem pode subir rápido.
Outros pontos de atenção no ranking:
O desenho é claro: no topo, cartéis de duas dezenas de vitórias como os de Shevchenko, Zhang e Jandiroba; no miolo, nomes de folha limpa como Suarez, Fiorot e Blanchfield empurrando de baixo para cima. A pergunta que fica é quem, entre as caçadoras, chega mais perto do degrau mais alto.
Esse é um dos rankings mais equilibrados para acompanhar: topo consolidado, meio disputado e nomes de cartel afiado logo atrás. Fique de olho na divisão, siga os próximos cards e monte a sua sekta para dizer quem sobe, quem cai e quem fica a um passo do topo. A discussão é sua — escolha os seus nomes e defenda.