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Um card de peso-médio no topo, invictos em ascensão e veteranos testados: veja onde estão os favoritos e onde mora a dúvida antes de montar seu palpite.
No sábado, 18 de julho de 2026, o Paycom Center, em Oklahoma City, recebe o UFC Fight Night: Du Plessis vs. Usman. É um card com nomes de peso no meio-médio expandido, invictos querendo se firmar e veteranos que já viram de tudo. Vamos ao que interessa: onde apostar suas fichas de palpite (as de verdade, no app) e onde a coisa fica realmente aberta.
O peso-médio principal coloca o sul-africano Dricus Du Plessis (23-3-0) diante do nigeriano Kamaru Usman (21-4-0). São dois cartéis de elite: Du Plessis chega com 23 vitórias e apenas 3 derrotas, enquanto Usman soma 21-4. A diferença está no volume de vitórias e na consistência do sul-africano, o que o coloca ligeiramente à frente no papel. Mas Usman é um nome que carrega bagagem de sobra, e um cartel de 21 triunfos não se constrói por acaso. Fique de olho em quem impõe o ritmo nos primeiros minutos.
Outro meio-médio de destaque: Jared Cannonier (18-9-0), dos EUA, encara o inglês Christian Leroy Duncan (14-2-0). Cannonier é o veterano de mais rodagem, com 18 vitórias, mas também carrega 9 derrotas. Duncan, com um cartel bem mais enxuto (14-2), representa a aposta na juventude e no aproveitamento. No papel, o retrospecto recente mais limpo de Duncan chama atenção — porém a quilometragem de Cannonier em confrontos duros não pode ser descartada.
O card de peso-pena traz nomes para anotar. Tommy McMillen (10-0-0) segue invicto e enfrenta o venezuelano Alberto Montes (12-1-0), que tem mais lutas e só uma derrota — um teste legítimo para saber se o zero na coluna das derrotas de McMillen resiste. Já Austin Bashi (14-1-0) encara o mexicano Jose Miguel Delgado (11-2-0): Bashi tem o cartel mais robusto e apenas uma derrota, o que o coloca como favorito no papel. Invictos e quase-invictos costumam entregar as maiores intrigas — é aqui que o palpite ousado pode render.
No peso-palha feminino, a brasileira Tabatha Ricci (12-4-0) mede forças com a norte-americana Fatima Kline (9-1-0). Ricci tem mais experiência no octógono, mas Kline chega com um cartel de só uma derrota (9-1) — retrospecto recente que pede respeito. E na abertura do peso-mosca feminino, outra brasileira, Dione Barbosa (9-4-0), enfrenta a venezuelana Veronica Hardy (10-5-1). Dois cartéis equilibrados, sem favorito óbvio: prato cheio para quem gosta de arriscar.
Os favoritos no papel existem, mas as margens são estreitas — e é justamente aí que o palpite bem pensado vale ouro. Analise os cartéis, escolha seus vencedores e monte seu prognóstico no app antes do primeiro gongo. Quem você coloca no topo desta noite?