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Um raio-X do ranking dos Welterweights: quem manda, quem vem logo atrás e onde mora a intriga na divisão dos 77 kg.
A divisão dos meio-médios (Welterweight) tem hoje um nome no comando: Islam Makhachev (28-1-0), da Rússia, o campeão. Uma única derrota em quase três dezenas de lutas fala por si — é o tipo de cartel que define quem está sentado no trono e obriga toda a fila a provar valor antes de sonhar com o topo.
Logo abaixo, o ranking arma um dos cenários mais interessantes do momento. Colar o retrato dos primeiros colocados já dá o mapa de quem está em posição de bater na porta do título.
Quem torce pelo Brasil tem motivo de sobra para acompanhar esta divisão de perto. Além de Carlos Prates no #2, o #5 Gabriel Bonfim (20-1-0) carrega um cartel de arrepiar: 20 vitórias contra uma só derrota. É o tipo de aproveitamento que costuma acelerar uma carreira rumo aos primeiros lugares. Dois brasileiros no top 5 de uma das divisões mais concorridas do esporte não é pouca coisa — é uma fila verde-amarela empurrando por espaço.
O recheio do ranking está cheio de história:
O desenho é claro: um campeão russo quase intocável no cartel, um irlandês invicto no #1 batendo à porta e dois brasileiros de aproveitamento altíssimo (Prates e Bonfim) espremendo a fila por baixo. Some a isso os cartéis monstruosos de Amosov (30-1) e a experiência de ex-donos de topo como Edwards e Usman guardados no meio da tabela, e você tem uma divisão pronta para reviravoltas a cada card.
A melhor forma de não perder o próximo capítulo é acompanhar os meio-médios de perto e montar a sua sede: escolha quem, na sua leitura do ranking, vai furar a fila e chegar ao cinturão. Chame a galera, cravem os palpites e vejam quem enxerga melhor a divisão.