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Um raio-X da divisão dos moscas femininos do UFC: quem manda, quem persegue e onde mora a treta pra você montar sua setka.
No peso-mosca feminino, o desenho é claro: Valentina Shevchenko (26-4-1), do Quirguistão, ocupa o trono. O cartel dela conta a história sozinho — vinte e seis vitórias, um punhado curto de derrotas e ainda um empate no meio. É o tipo de linha de currículo que explica por que ela abre o ranking e por que qualquer nome que suba a fila vai, cedo ou tarde, ter que resolver o problema chamado Valentina.
Logo abaixo, a fila de caça começa com Natalia Silva na #1 — a primeira da lista de aspirantes, o nome mais próximo da conversa por um cinturão. Na sequência, um trio pesado de credenciais:
Esse bloco é onde mora a intriga real: são cartéis que se aproximam do nível da campeã e brigam entre si pela vaga de desafiante.
Do meio pra baixo, a divisão fica recheada de nomes com histórico rodado:
Barber chama atenção pela consistência (15-3), enquanto Namajunas traz o peso de um cartel longo e cheio de estrada. É a faixa onde uma sequência de bons resultados empurra qualquer uma pra dentro do top 5.
A parte de baixo do ranking é a que mais promete fogo pra frente:
Pra torcida brasileira, o recado é direto: são três nomes do Brasil no top 15 — Karine Silva (#10), Eduarda Moura (#13) e Gabriella Fernandes (#15). Karine, com seu 19-7, é a que carrega o cartel mais robusto do trio.
É uma divisão com topo definido e uma escadaria embaixo cheia de gente pronta pra escalar. Cada card do peso-mosca feminino mexe nessas posições — e é aí que sua opinião entra. Acompanhe a divisão de perto, escolha seus favoritos e monte sua setka pros próximos duelos. Quem você bota pra furar a fila e desafiar a Rainha?